quinta-feira, 22 de março de 2012

Jaqueline Ribeiro

Olá tem dias que nós sentimos , tão só que precisamos de um abraço , mais esse abraço sem dúvida alguma tem que ser da nossa mãe , da pessoa que acima de tudo é quem realmente nós ama , o amor dela só não é maior do que o amor DEUS .

Eu mesma moro longe de minha mãe , mais sempre tou em contato com ela e meu pai claro o pai é muito importante sim , mas sempre fui muita apegada a minha mãe , meu anjo , ela não mim deu a vida mas ajudou eu viver e ser muito feliz , foi um anjo em minha vida , a única pessoa em que eu posso , sem cerimonia alguma ligar a qualquer hora do dia , da noite , que eu sei vai mim atender , e sempre terá uma palavra amiga , de conforto , de apoio e acima de tudo de MÃE que realmente é seu papel mais nobre .

Minha mãe se chama WANDA uma mulher simples , mas bem educada de poucas palavras e de grande personalidade .

Com ela aprendi muito , mais o mas importante é que somos donos de nossa vidas e como somos donos , temos que ser responsáveis por ela também . A mãe é brava também as vezes , da seus gritos , fala alto , mas também se desmancha inteira quando o assunto e os filhos , que aprotege sobre tudo e com muitas orações.

Só tenho muito agradecer a DEUS por ter posto esse ANJO  em minha vida chamado MÃE .

                            OBRIGADO SENHOR .

 

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sexta-feira, 9 de março de 2012

Um Anjo Chamado Mãe

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Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
Dizem que estarei sendo enviado à terra amanhã...
Como eu vou viver lá, sendo assim tão pequeno e indefeso?

DEUS:Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lá te esperando e tomará conta de você.

CRIANÇA: Mas diga-me: Aqui no céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir,o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?

DEUS:Seu anjo cantará e sorrirá para você e,a cada dia, a cada instante, você sentira o amor do seu anjo e será feliz.

CRIANÇA: Como poderei entender quando falarem comigo se eu não conheço a lingua que as pessoas falam?

DEUS: Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.

CRIANÇA: E o que farei quando quiser te falar?

DEUS: Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.

CRIANÇA: Eu ouvi dizer que na terra há homens maus. Quem me protegerá?

DEUS: Seu anjo lhe defenderá, mesmo que isto signifique arriscar a própria vida

CRIANÇA: Mas eu serei sempre triste porque não te verei mais.

DEUS: Seu anjo sempre lhe falará sobre mim e lhe ensinará a maneira de vir a mim e eu estarei sempre dentro de você. Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas.

A criança apressada pediu suavemente: Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor o nome do meu anjo.

DEUS: Você chamará seu anjo de MÃE.

Que você seja muito feliz.

Como viver a vida? Como viver feliz?

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Filósofos, religiosos, hippies, entre outros, todos tem um jeito especial de viver a vida, uma visão sobre a vida e como devemos vive-la para ser feliz, para sermos livres e aproveitar ao máximo dessa nossa estadia neste mundo.

A vida é algo que foi nos dado por Deus e eu acredito que o que ele queira de nós é que encontremos nosso próprio caminho, que você seja feliz da forma e do jeito que você quer. Ele nos deu o livre-arbítrio, a capacidade de escolhermos nossas ações e a liberdade de fazer com nossas vidas o que quisermos.

Por isso, viva, viva instantaneamente, viva o amor, a amizade, a vida do jeito que quiser, porém, para se ter uma vida longa, nunca se esqueça de fazer o bem e pratica-lo diariamente e também, de cuidar de sua saúde física e mental. Assim, você será feliz e viverá para sempre! Quando se vive com plenitude, sempre em busca de novas experiências, conhecendo o mundo, visitando novos lugares, absorvendo novas idéias, culturas e filosofias, vive-se para sempre!

 

 

Posso ter Defeitos Viver Ansioso

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um não. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.

Augusto Cury

terça-feira, 6 de março de 2012

AMAMENTAR FILHO ADOTIVO


 

O gostoso desafio de amamentar o filho adotado.

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Isto mesmo que vocês estão pensando, uma mãe que acaba de adotar um recém-nascido pode tentar amamentá-lo, caso deseje, esteja disponível e tenha apoio de profissional de saúde capacitado na técnica de "lactação adotiva" ou de "indução ao aleitamento materno".
Mesmo sem o estímulo prévio dos hormônios da gestação, uma mulher pode chegar a produzir leite através do método para a reindução da lactação. Este processo exige grande motivação por parte da recém mãe e apoio profissional constante. Este esforço é amplamente recompensado ao oferecer à mãe adotiva a grata experiência de amamentar seu filho, não sendo mesmo difícil chegar ao aleitamento exclusivo.
Na mulher com a amamentação induzida, a mama não experimenta as transformações mamárias próprias da gestação, o que resulta um mamilo não pigmentado, mais sensível, podendo irritar-se facilmente. O ideal, então é que este mamilo e esta aréola sejam preparados com exercícios e banhos de sol. No caso da nova mãe haver amamentado antes, pode-se observar a presença de leite já nos primeiros 7 dias; se é sua primeira experiência, este aparece em geral durante a segunda semana, dependendo de quantas vezes o lactente é colocado ao seio para estimulá-lo. Nas mães adotivas a produção de leite segue aumentando ainda até o sexto mês. A maioria destas mulheres consegue amamentar seus filhos adotivos com seu leite pelo menos a metade das suas necessidades. Na lactação adotiva, o essencial para produzir leite, é o estímulo freqüente da mama, que pode aumentar com a ordenha manual ou pelo emprego de adequadas bombas elétricas de extração. O estímulo da sucção aumenta os níveis de Ocitocina e Prolactina na mulher e como efeito secundário podem ser observadas irregularidades ou ausência de menstruação, o que comprova que o processo está indo bem. Usamos alguns medicamentos que aumentam a prolactina como os antagonistas da Dopamina - Fator de Inibição da Prolactina. Também temos uma boa experiência com algumas substâncias homeopáticas.
A dificuldade deste processo não é a recuperação da produção de leite, senão conseguir que o lactente succione de uma mama sem leite. Com este objetivo pode-se gotejar leite sobre a região da aréola quando o lactente inicia a amamentação por meio de um conta-gotas. Outra possibilidade, melhor, é oferecer leite por meio de uma sonda que por um lado está conectada a um recipiente com leite e sua outra extremidade é introduzida na boca do lactente junto com o mamilo, de tal maneira que ao mamar, o lactente obtém leite da sonda e por sua vez desencadeia os reflexos de produção e ejeção do leite. Há suplementadores importados e caros no comércio, porém podem ser montados facilmente com um copo comum e uma sonda (oro ou naso gástrica) fina ou um finíssimo tubo de plástico.
Nestes casos devem-se controlar de forma periódica, as evacuações, diurese e o peso do lactente, para reduzir o suplemento de forma progressiva até suspendê-lo quando a mãe recupere sua produção de leite.
É fundamental que as mães adotivas aumentem sua ingestão calórica, já que elas não contam com a reserva de gordura que a puérpera geralmente apresenta, para cobrir os requerimentos energéticos da produção de leite
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  amamentação do filho adotado

A dificuldade deste processo não é a recuperação da produção de leite, senão conseguir que o lactente succione de uma mama sem leite. Com este objetivo pode-se gotejar leite sobre a região da aréola quando o lactente inicia a amamentação por meio de um conta-gotas. Outra possibilidade, melhor, é oferecer leite por meio de uma sonda que por um lado está conectada à um recipiente com leite e sua outra extremidade é introduzida na boca do lactente junto com o mamilo, de tal maneira que ao mamar, o lactente obtém leite da sonda e por sua vez desencadeia os reflexos de produção e ejeção do leite. Há suplementadores importados e caros no comércio, porém podem ser montados facilmente com um copo comum e uma sonda (oro ou naso gástrica) fina ou um finíssimo tubo de plástico.

http://aleitamento.med.br/a_artigos.asp?id=x&id_artigo=311&id_subcategoria=4
http://www.aleitamento.com/a_artigos.asp?id=x&id_artigo=684&id_subcategoria=14

 

Como acontece o Processo da Lactação Adotiva?

O processo consiste em colocar o bebê no peito para sugar fixando uma sonda próximo ao mamilo todas as vezes que este for alimentado. A outra extremidade da sonda é mergulhada num recipiente contendo leite artificial. A medida que a criança suga ela estimula a produção láctea e se alimenta. Quando a mama começar a produzir leite, o volume de leite oferecido é lentamente diminuído. Durante todo processo há o acompanhamento da evolução clínica da mãe e do bebê.
O PRAMAMA, Programa de Aleitamento Materno: Acolhendo Mães Adotivas, foi desenvolvido pelo Banco de Leite do Hospital Maternidade Interlagos, (011) 5669-1891
Localização do Hospital:
R:Leonor Alvim N°211 – Interlagos
CEP: 04802-190 – São Paulo – SP
Fone: (11) 5666-0222 Fax: 5666-5300
http://www.hminterlagos.com.br/banco_leite/pramama.htm


DICAS DE AMAMENTAÇÃO PARA MÃES ADOTIVAS

Uma mulher pode produzir leite mesmo depois de parar de amamentar?
Sim. É possível! Fazer massagens no peito, colocar compressas mornas e utilizar a técnica de relactação ajuda muito. No entanto, o maior estímulo para a produção do leite vem da sucção da boca do bebê. Por isso, mães que passaram por essa experiência ofereciam o peito muitas vezes por dia, de oito ou mais.

Será que eu consigo?
Como em qualquer situação de amamentação, a conquista está relacionada ao desejo de amamentar e também à persistência e ao apoio. Tudo isso depende da mãe e das pessoas que estão mais próximas dela: familiares, companheiros, amigos e outras mães que já passaram pela experiência Trocar idéias com todos os envolvidos ajuda bastante. A tranqüilidade e o estado emocional também influenciam.

Como fazer a relactação?
As técnicas de relactação ou de lactação adotiva podem ser utilizadas e adaptadas a cada caso.
A forma mais freqüente de lactação é o uso de sonda nasogástrica nº 4 ou 6 com a extremidade cortada e arredondada (abaulada pelo fogo) para não machucar a boca do bebê. A ponta da sonda fica junto ao bico o peito (pode ser presa com uma fita crepe) e a outra ponta da sonda é mergulhada no leite. O leite pode estar em uma seringa, copinho ou qualquer vasilha limpa.
O recipiente que contém o leite deve estar em local mais alto do que o peito. Assim, a sonda se enche e leva o leite até a ponta que está junto ao bico, chegando à boca da criança que está mamando. Pode-se então abaixar o recipiente para forçar a sucção. Se o líquido estiver na seringa, basta comprimir o êmbolo devagarzinho.

Qual leite oferecer ao bebê?
O leite humano é o melhor alimento para os bebês. Se possível, oferecer leite humano ordenhado. Se não, pode-se oferecer leite de algum outro animal adaptado, como os das fórmulas para recém-nascidos.

Quando a mãe volta a produzir seu próprio leite?
Ao mesmo tempo que mama o peito, o bebê vai recebendo o alimento e estimulando a produção da mãe. Com o passar dos dias, a mãe volta a produzir seu próprio leite, em quantidades cada vez maiores. Assim, pode-se reduzir a quantidade administrada pela sonda
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Meu leite será suficiente?
Famílias, mães e crianças são únicas. Algumas mães conseguem abandonar o uso da sonda rapidamente. Outras passam toda a amamentação do filho utilizando a técnica. Em amamentação, não existem soluções certas ou erradas.

Cada pessoa deve encontrar seu caminho. Pela nossa experiência, observamos que uma das coisas mais importantes em todo esse processo é receber apoio e solidariedade.

http://www.e-familynet.com/phpbb/dicas-de-amamentaco-para-as-mes-adotivas-vt110632.html

 

Sites e Blogs Interessantes:

  • RELACTACAO – Tudo explicadinho em detalhes
  • Blog sobre a Prática da Relactação
  • Manual Explicativo Completo sobre Amamentação e Massagens
  • PUC – Manual de Relactação
  • Amamentacao Mista e Relactacao
  • Mães, filhos, refluxo etc. e tal
  • Dicas para Amamentacao de Maes Adotivas
  • Comunidade Alimentação e Saúde Infantil no orkut
  •  

                           

    Até quando amamentar? - parte 2

    A amamentação prolongada é uma forma de relação e um vínculo muito bom para mãe e filho se isso for gostoso para ambos. Aconchego e colo todo mundo precisa, não é mesmo?

    Depois dos seis meses, o bebê já tem todo o seu sistema digestivo amadurecido para receber outro alimento que não somente o leite materno e também já necessita de nutrientes que não são encontrados no leite produzido pela mamãe. O desmame começa aqui, com a introdução de novos alimentos, mas não o desmame total. Mãe e bebê são os protagonistas e são vocês quem decidirão quando parar de vez.

    O que não pode acontecer é a mamãe achar que por estar amamentando seu filho será seu bebê para sempre, não incentivando a sua independência. Há o medo por parte da mãe de que se ele parar de sugar o seu peito, o vínculo entre os dois seja quebrado.

    Essa idéia é errada e pode ser muito ruim no desenvolvimento da criança, já que essa postura pode dificultar o processo de "independência" da criança. Não confundir carinho com proteção em excesso. Pode acontecer de a criança demorar mais para falar ou falar como uma criancinha pequena ou até mesmo de não querer sair das fraldas.

    Como e quando parar de dar o leite? Se parar de oferecer o peito, há outras maneiras de se criar o vínculo com a criança. O cuidar, a atenção, o amor, o brincar e o conversar são formas fantásticas de vínculos que todas as crianças precisam e só a mamãe com seu jeitinho pode criar.

    O desmame não deve ser feito por pressão, isto é, porque a amiga, a avó ou os vizinhos estão dizendo que seu filho está muito grande para ainda estar no peito. O desmame deve acontecer naturalmente e quando mãe e criança estiverem seguros disso.

    O desmame natural, sem pressa e sem pressão faz com que o corpo da mamãe e o bebê se preparem para isso. Se a mamãe achar estar pronta antes da criança, a ajuda de um profissional poderá se fazer necessária.

    Se a mamãe estiver decidida a parar de amamentar, há algumas atitudes da criança que demonstram estar pronta para o desmame total. Confira:

    Um menor interesse nas mamadas, distração fácil quando você oferece um brinquedo ou um outro alimento em vez do peito, não aceita ser amamentada em certos horários ou locais, aceita outro tipo de consolo, é segura na relação com a mãe e não fica ansiosa com o encorajamento de não mamar são alguns dos sinais.

    O desmame demanda energia, paciência e flexibilidade. Retirar uma das mamadas por semana, não tentar o desmame com outra mudança ocorrendo, como o controle do xixi, a mamãe não se ausentar nesse período e dar outros tipos de atenção ao pequeno são algumas dicas para um desmame natural e gradual.

    As mamães devem saber que o desmame pode desencadear mudanças físicas e emocionais, entre as quais mudança de tamanho das mamas, mudança de peso e sentimentos diversos, entre eles alívio, paz, tristeza, depressão, culpa e arrependimento.

    Se a amamentação for feita com carinho, cuidado, incentivando e deixando o crescimento e desenvolvimento da criança acontecer, não há idade para o desmame total ocorrer.

    Dicas

    Evite sentar na poltrona ou lugar que você normalmente amamenta, assim evitará o desejo da criança de querer mamar.

    Não oferecer o peito e nem recusar quando a criança pedir é uma tática para a criança ir se desinteressando do peito.

    Peça a ajuda do pai. Nos horários em que a criança costuma mamar, peça ao pai para que distraia a criança com algum brinquedo ou passeio.

    Bruno Rodrigues

    Até quando amamentar? - parte 1

     

    A importância da amamentação e os benefícios que traz à mamãe e ao bebê são indiscutíveis. Mas quando o assunto é até quando se deve oferecer o peito à criança ainda é fator de dúvida para muitas mamães.

    O desmame se inicia quando outro alimento é introduzido além do leite materno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) preconiza o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, desde que o crescimento e desenvolvimento do bebê estejam adequados.

    Depois dos seis meses, o bebê já tem todo o seu sistema digestivo amadurecido para receber outro alimento que não o leite materno e também já necessita de nutrientes que não são encontrados no leite produzido pela mamãe.

    A partir de então, o bebê começa a diminuir as mamadas no peito e adquirir o hábito de mastigar, começando pelos sucos, papinhas doces e salgadas até comer a mesma comida da família. A amamentação passa a ser um complemento da alimentação.

    Segundo a OMS, o aleitamento materno deve acontecer pelo menos até os dois anos ou até ser prazeroso para mamãe e criança. O que a mamãe deve ficar atenta é se a amamentação não está interferindo na alimentação da criança e prejudicando a nutrição adequada do pequeno. Como já dissemos, a amamentação deve ser somente um complemento da alimentação após os primeiros meses de vida.

    Tá na hora de mamar! - Outra questão importante da amamentação prolongada são os horários das mamadas e a higiene bucal. Desde pequenino a mãe deve realizar a limpeza dos dentinhos e região da boca do seu filho mesmo que sua alimentação seja exclusivamente o leite de peito.

    Normalmente o horário da mamada da criança maior é a noite para dormir gostoso no colo da mamãe. É realmente uma delícia, mas as mamães ficam com dó de acordar os filhotes para escovar os dentinhos depois da mamada achando que o leite de peito não oferece o risco de cáries. Engano! Os dentes das crianças precisam ser escovados depois da amamentação, pois o leite materno provoca cárie, sim.

    Dúvida - E para desmamar precisa usar a mamadeira? Não. Criança que mama no peito não precisa de mamadeira. Aos seis meses de idade a criança já está apta para sugar um copo aberto, com cuidado, ou um copo com bico. Se a criança for maiorzinha pode-se usar o canudo.

    É sempre bom lembrar que a mamadeira e a chupeta são prejudiciais para o desenvolvimento da arcada dentária e musculatura facial, principalmente da região da boca, prejudicando também o desenvolvimento da fala.

    Dicas

    • Não use truques como colocar pimenta ou sal no bico do peito para a criança não sugar mais. O melhor é conversar sobre o desmame com o seu filho.
    • Converse com uma nutricionista para verificar se as mamadas não estão interferindo na absorção de nutrientes que a criança precisa.
    • Amamentar é tudo de bom. Amamente exclusivamente até os seis meses e previna sua criança de muitas doenças.

    Bruno Rodrigues

    Amamentar até que idade?

     

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    Até quando?

    Diga SIM à amamentação!

    Não apenas as mamães, mas todas as pessoas envolvidas com o bebê devem ter consciência da importância da amamentação para incentivar e ajudar a criar um ambiente favorável ao aleitamento. Garantir esse direito ao bebê é responsabilidade de todos.

    Segundo uma estimativa do UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), “se todos os bebês fossem exclusivamente amamentados durante os seis primeiros meses de vida e continuassem a mamar até os dois anos de idade, quase um milhão e 300 mil crianças poderiam ser salvas, todos os anos, e outros milhares de meninos e meninas cresceriam muito mais saudáveis em todo o mundo”. Isso mostra o quanto o leite materno é importante para a criança. Ele é o único alimento que a criança precisa até o sexto mês de vida.

    A Dra. Keiko Teruya, pediatra que luta bravamente em favor da amamentação, explica que o maior motivo de muitas mães não amamentarem seus bebês não é a falta de vontade e sim a indisponibilidade e a falta de informação. “As mulheres não são orientadas sobre como viabilizar a amamentação e não conhecem os seus direitos, por isso param de amamentar quando voltam a trabalhar”, diz a médica.

    Graças a diversas campanhas e programas de incentivo ao aleitamento o número de crianças amamentadas vem crescendo e o resultado disso será uma redução nos casos de mortalidade infantil.

    A Organização Mundial de Saúde, a Sociedade Brasileira de Pediatria e os principais órgãos de saúde e defesa da criança recomendam alimentar o bebê exclusivamente com leite materno até os seis primeiros meses e continuar a amamentar até o primeiro ano da criança. Os benefícios continuam pelo tempo que a mãe e o bebê quiserem continuar com o processo de aleitamento. Leite da mamãe só faz bem! “Quem oferece leite materno está construindo saúde”, diz a Dra. Keiko.

    Paula R. F. Dabus